O controle existe no papel; a evidência é que costuma faltar
A maioria das operações de seguros tem os controles descritos: alguém confere comissão antes do repasse, alguém revisa apólices emitidas com valor atípico, alguém valida a base antes do envio regulatório. O que falta quase sempre é a prova de que o controle rodou, com que cobertura e o que foi feito com as exceções.
Quando essa prova depende de planilha e e-mail, três perguntas ficam sem resposta objetiva: o controle rodou em todos os períodos? Ele cobriu todo o universo ou só uma parte? A exceção encontrada em março foi tratada, ou continua aberta?
Transformar o controle em regra executável resolve as três de uma vez, porque a execução passa a gerar seu próprio registro. A evidência deixa de ser um documento montado antes da auditoria e passa a ser o rastro do que já aconteceu.
